A etapa, passo a passo
Saída e descida inicial de Lubián
Os primeiros quilómetros descem 67 m entre o km 0,5 e o km 2,3. À saída tens o Albergue de peregrinos, Ferreras e Estrella de Lubián; aproveita para sair com água e alguma comida.
A subida ao Alto de A Canda
Entre o km 3,5 e o km 7 enfrentas 263 m de subida, com um declive médio de 7,5%. A Fonte da Portela fica aproximadamente nesta zona. É a subida que define o caráter da etapa: passo curto, constante e sem gastar energia em excesso.
Descida em direção a A Vilavella
Depois do Alto de A Canda desces 203 m até ao km 10,5. Porta Galega surge por volta do km 11 e o Albergue da Vilavella pouco depois, uma combinação útil para fazer uma pausa antes da segunda metade.
Fontes e chegada a A Gudiña
O caminho volta a descer entre os km 11 e 15 e depois sobe 124 m entre o km 15 e o km 21,3. Neste setor ficam A Fonte da Praza Maior e A Fonte de San Pedro. A última descida deixa-te em A Gudiña, onde encontrarás Casa da Viúva, Albergue de Peregrinos e os serviços da localidade.
O que ver na etapa 6
Alto de A Canda
Com 1261 m, é o passo de montanha que assinala a entrada oficial na Galiza. A subida é curta em distância, mas exigente devido ao seu declive médio de 7,5%.
Lubián
Esta localidade fronteiriça entre Zamora e a Galiza foi durante séculos uma passagem estratégica para os peregrinos. É também o ponto de partida de uma das jornadas montanhosas mais características do Caminho Sanabrês.
A Vilavella
A localidade surge depois da primeira grande descida e oferece uma pausa clara a meio da etapa. O Albergue da Vilavella situa-se neste troço de transição.
A Gudiña
A chegada a A Gudiña marca o final da jornada e a consolidação do percurso pela Galiza. Aqui podes recuperar forças, fazer compras e organizar a etapa seguinte.
Onde dormir em A Gudiña
Em Lubián podes sair do Albergue de peregrinos. A meio do percurso fica o Albergue da Vilavella. Em A Gudiña encontrarás o albergue municipal Casa da Viúva e o Albergue de Peregrinos. A oferta concentra-se nas extremidades e em Vilavella, por isso convém fazer reserva se fores caminhar na época alta.
Onde comer e repor energias
Em Lubián tens Estrella de Lubián para começar e, sensivelmente a meio da etapa, surge Porta Galega. A Gudiña concentra a oferta final, com Nicoya e Supermercado Maver. Ferreras fica perto da saída; compra aí o necessário, porque entre os pontos de passagem não terás uma oferta contínua.
Conselhos práticos para esta etapa
Não subestimes os primeiros quilómetros
A subida entre os km 3,5 e 7 ganha 263 m e atinge um declive médio de 7,5%. Sai devagar de Lubián e guarda um ritmo que consigas manter até ao topo.
Controla a água
Há várias fontes assinaladas: Fonte da Paneira, A Fonte da Portela, A Fonte da Praza Maior e A Fonte de San Pedro. Ainda assim, podem ter pouco caudal no verão, por isso sai com uma reserva suficiente.
Faz uma pausa em A Vilavella
O Albergue da Vilavella e Porta Galega surgem depois da primeira descida, por volta de metade da etapa. É uma boa altura para comer antes de enfrentares a subida entre os km 15 e 21,3.
Leva calçado estável
A jornada combina caminhos e pistas florestais com subidas e descidas acentuadas. A última descida, entre os km 21,3 e 23,1, surge com as pernas cansadas; desce sem te precipitares.
Perguntas frequentes sobre a etapa 6
Que desnível tem a etapa?
Acumula 440 m de subida e 445 m de descida, com uma altitude mínima de 950 m e máxima de 1241 m.
Onde fica a subida mais difícil?
Entre o km 3,5 e o km 7 sobes 263 m, com um declive médio de 7,5%, na subida em direção ao Alto de A Canda.
Há fontes ao longo do percurso?
Sim. Encontrarás Fonte da Paneira, A Fonte da Portela, A Fonte da Praza Maior e A Fonte de San Pedro. Como podem ter pouco caudal no verão, não saias de Lubián sem água.